22.10.20

Dois pra cada um

Desde que eu era criança, penso em criar um livro-sanfona que se permitisse folhear em compasso ternário, por assim dizer. Ou seja, o leitor teria sempre não duas, mas três páginas à sua frente: uma história ladeada por duas ilustrações ou uma imagem da qual brotassem duas histórias. Este ano, brincando ainda uma vez com essa ideia, imaginei para ela um outro formato, com base talvez no quadrado mágico (como o da Editora 34).

Está aqui 🍆


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