"Refúgio!", gritou a criança e entrou correndo na biblioteca.
"Bela jogada", zombou o guarda que a perseguia, "mas
só os lugares santos podem conceder refúgio".
Os bibliotecários se olharam. Um breve aceno.
A bibliotecária-chefe dirigiu ao guarda um olhar severo.
"Refúgio concedido".

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